O prefeito Pereira Passos (1836 – 1913) e o fotógrafo Augusto Malta (1864 -1957)

Foi na gestão do engenheiro Francisco Pereira Passos (1836 – 1913) que, pela primeira vez, a prefeitura do Rio de Janeiro contratou um fotógrafo, o alagoano Augusto Malta (1864 -1957), para documentar as obras da cidade. Em junho de 1903, foi criado o cargo de fotógrafo oficial, ocupado por Malta até 1936. O prefeito Pereira Passos precisava de um fotógrafo para registrar as obras e os imóveis a serem desapropriados para posteriores pagamentos de indenizações e Malta passou a documentar a radical mudança urbanística promovida por ele.

O prefeito Pereira Passos (1836 – 1913) e o fotógrafo Augusto Malta (1864 -1957)

O prefeito Pereira Passos (1836 – 1913) e o fotógrafo Augusto Malta (1864 -1957)

Foi na gestão do engenheiro Francisco Pereira Passos (1836 – 1913) que, pela primeira vez, a prefeitura do Rio de Janeiro contratou um fotógrafo, o alagoano Augusto Malta (1864 -1957), para documentar as obras da cidade. Em junho de 1903, foi criado o cargo de fotógrafo oficial, ocupado por Malta até 1936. O prefeito Pereira Passos precisava de um fotógrafo para registrar as obras e os imóveis a serem desapropriados para posteriores pagamentos de indenizações e Malta passou a documentar a radical mudança urbanística promovida por ele.

O centenário do Dia do Fico por Augusto Malta

O centenário do Dia do Fico por Augusto Malta

O centenário do Dia do Fico foi comemorado, no Rio de Janeiro, em 9 de janeiro de 1922, com diversas festividades. Uma delas foi a inauguração, na igreja do Rosário e de São Benedito dos Homens Pretos, localizada na rua Uruguaiana, no Centro, de uma placa esculpida por Rodolfo Bernardelli (1852 – 1931). A Brasiliana Fotográfica destaca uma imagem da celebração em frente à igreja, produzida pelo alagoano Augusto Malta (1864 – 1957), na época, fotógrafo oficial da cidade.

O centenário do Dia do Fico pelo fotógrafo Augusto Malta

O centenário do Dia do Fico foi comemorado, no Rio de Janeiro, em 9 de janeiro de 1922, com diversas festividades. Uma delas foi a inauguração, na igreja do Rosário e de São Benedito dos Homens Pretos, localizada na rua Uruguaiana, no Centro, de uma placa esculpida por Rodolfo Bernardelli (1852 – 1931). A Brasiliana Fotográfica destaca uma imagem da celebração em frente à igreja, produzida pelo alagoano Augusto Malta (1864 – 1957), na época, fotógrafo oficial da cidade.

Augusto Malta (Mata Grande, AL 14 de maio de 1864 – Rio de Janeiro, RJ 30 de junho de 1957)

Augusto Malta (Mata Grande, AL 14 de maio de 1864 – Rio de Janeiro, RJ 30 de junho de 1957)

Já em 1900, Augusto Malta, que viria a ser um importante cronista fotográfico do Rio de Janeiro da primeira metade do século XX, passeava e trabalhava, pedalando pelas ruas da cidade, tendo sido o secretário do Grupo de Velocemen, criado para organizar “passeios e outros divertimentos cyclistas”. Essa sua relação com a cidade e sua paisagem, construída, inicialmente, por seus deslocamentos com sua bicicleta, se expandiria para a formação de seu significativo legado iconográfico.

Augusto Malta (Mata Grande, AL 14 de maio de 1864 – Rio de Janeiro, RJ 30 de junho de 1957)

Já em 1900, Augusto Malta, que viria a ser um importante cronista fotográfico do Rio de Janeiro da primeira metade do século XX, passeava e trabalhava, pedalando pelas ruas da cidade, tendo sido o secretário do Grupo de Velocemen, criado para organizar “passeios e outros divertimentos cyclistas”. Essa sua relação com a cidade e sua paisagem, construída, inicialmente, por seus deslocamentos com sua bicicleta, se expandiria para a formação de seu significativo legado iconográfico.

Novos acervos: Museu da República

A Brasiliana Fotográfica, dando continuidade à adesão de novos acervos fotográficos ao portal, apresenta seu mais recente parceiro, o Museu da República, com o artigo “A Reforma Urbana do Rio de Janeiro na Coleção Família Passos”, de autoria da diretora da instituição, Magaly Cabral. O portal segue, dessa forma, cumprindo um de seus objetivos, o de abordar todos os usos e funções da fotografia brasileira. Seus outros parceiros são o Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, o Arquivo Nacional, a Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz, a Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha e o Leibniz-Institut fuer Laenderkunde, além do Instituto Moreira Salles e da Fundação Biblioteca Nacional, criadores da Brasiliana Fotográfica.

A inauguração do Theatro Municipal do Rio de Janeiro

A Brasiliana Fotográfica homenageia o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, inaugurado na Cinelândia, em 14 de julho de 1909, com uma seleção de fotografias de Augusto Malta (1864 – 1957), A. Ribeiro, Jorge Kfuri (1892/3? – 1965), Marc Ferrez (1843 – 1923) e Uriel Malta (1910-1994), pertencentes aos acervos do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, da Biblioteca Nacional, da Diretoria do Patrimônio Histórico da Marinha e do Instituto Moreira Salles.

Inauguração da Estátua da Amizade em 4 de julho de 1931

Com dois registros do fotógrafo Augusto Malta (1864 – 1957), a Brasiliana Fotográfica lembra a história da Estátua da Amizade. Em 1922, no centenário da independência do Brasil, por iniciativa da Câmara de Comércio Norte-Americana no Brasil, foram angariados cerca de 40 mil dólares para a confecção de um monumento que simbolizasse a amizade entre os dois países. Foi presenteada ao país uma escultura de bronze, de autoria de Charles Keck (1875 – 1951). Só foi inaugurada em 4 de julho de 1931.

Becos cariocas

A Brasiliana Fotográfica traz algumas imagens do Rio de Janeiro de antigamente. São fotografias de becos cariocas produzidas pelo fotógrafo Augusto Malta (1864 – 1957) e por seu filho Aristógiton Malta (1904-1954), que pertencem ao acervo do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, um dos parceiros do portal. São registros dos becos da Batalha, dos Ferreiros, da Fidalga, da Música, do Paço e do Rosário, todos no Centro.