A Praça da Bandeira pelas lentes de Augusto Malta (1864 – 1957)

A Praça da Bandeira pelas lentes de Augusto Malta (1864 – 1957)

A Brasiliana Fotográfica traz a história da Praça da Bandeira desde sua criação, em 1911. Anteriormente era denominada Largo do Matadouro por ter abrigado de 1853 até o final do século XIX o Matadouro Público do Rio de Janeiro. A nova nomenclatura foi brindada com a realização de uma Festa da Bandeira oficial na renovada praça. Luiza Ferreira, gerente de pesquisa do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, uma das instituições parceiras do portal, é a autora da publicação. As imagens são do alagoano Augusto Malta (1864 – 1957), que foi o fotógrafo da prefeitura da cidade entre 1903 e 1936, e de seu filho, Uriel Malta (1910 – 1994).

A Praça da Bandeira pelas lentes de Augusto Malta (1864 – 1957)

A Brasiliana Fotográfica traz a história da Praça da Bandeira desde sua criação, em 1911. Anteriormente era denominada Largo do Matadouro por ter abrigado de 1853 até o final do século XIX o Matadouro Público do Rio de Janeiro. A nova nomenclatura foi brindada com a realização de uma Festa da Bandeira oficial na renovada praça. Luiza Ferreira, gerente de pesquisa do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, uma das instituições parceiras do portal, é a autora da publicação. As imagens são do alagoano Augusto Malta (1864 – 1957), que foi o fotógrafo da prefeitura da cidade entre 1903 e 1936, e de seu filho, Uriel Malta (1910 – 1994).

O prefeito Pereira Passos (1836 – 1913) e o fotógrafo Augusto Malta (1864 -1957)

Foi na gestão do engenheiro Francisco Pereira Passos (1836 – 1913) que, pela primeira vez, a prefeitura do Rio de Janeiro contratou um fotógrafo, o alagoano Augusto Malta (1864 -1957), para documentar as obras da cidade. Em junho de 1903, foi criado o cargo de fotógrafo oficial, ocupado por Malta até 1936. O prefeito Pereira Passos precisava de um fotógrafo para registrar as obras e os imóveis a serem desapropriados para posteriores pagamentos de indenizações e Malta passou a documentar a radical mudança urbanística promovida por ele.

O prefeito Pereira Passos (1836 – 1913) e o fotógrafo Augusto Malta (1864 -1957)

O prefeito Pereira Passos (1836 – 1913) e o fotógrafo Augusto Malta (1864 -1957)

Foi na gestão do engenheiro Francisco Pereira Passos (1836 – 1913) que, pela primeira vez, a prefeitura do Rio de Janeiro contratou um fotógrafo, o alagoano Augusto Malta (1864 -1957), para documentar as obras da cidade. Em junho de 1903, foi criado o cargo de fotógrafo oficial, ocupado por Malta até 1936. O prefeito Pereira Passos precisava de um fotógrafo para registrar as obras e os imóveis a serem desapropriados para posteriores pagamentos de indenizações e Malta passou a documentar a radical mudança urbanística promovida por ele.

O centenário do Dia do Fico por Augusto Malta

O centenário do Dia do Fico por Augusto Malta

O centenário do Dia do Fico foi comemorado, no Rio de Janeiro, em 9 de janeiro de 1922, com diversas festividades. Uma delas foi a inauguração, na igreja do Rosário e de São Benedito dos Homens Pretos, localizada na rua Uruguaiana, no Centro, de uma placa esculpida por Rodolfo Bernardelli (1852 – 1931). A Brasiliana Fotográfica destaca uma imagem da celebração em frente à igreja, produzida pelo alagoano Augusto Malta (1864 – 1957), na época, fotógrafo oficial da cidade.

O centenário do Dia do Fico pelo fotógrafo Augusto Malta

O centenário do Dia do Fico foi comemorado, no Rio de Janeiro, em 9 de janeiro de 1922, com diversas festividades. Uma delas foi a inauguração, na igreja do Rosário e de São Benedito dos Homens Pretos, localizada na rua Uruguaiana, no Centro, de uma placa esculpida por Rodolfo Bernardelli (1852 – 1931). A Brasiliana Fotográfica destaca uma imagem da celebração em frente à igreja, produzida pelo alagoano Augusto Malta (1864 – 1957), na época, fotógrafo oficial da cidade.

O alagoano Augusto Malta, fotógrafo oficial do Rio de Janeiro entre 1903 e 1936

O alagoano Augusto Malta, fotógrafo oficial do Rio de Janeiro entre 1903 e 1936

Já em 1900, Augusto Malta, que viria a ser um importante cronista fotográfico do Rio de Janeiro da primeira metade do século XX, passeava e trabalhava, pedalando pelas ruas da cidade, tendo sido o secretário do Grupo de Velocemen, criado para organizar “passeios e outros divertimentos cyclistas”. Essa sua relação com a cidade e sua paisagem, construída, inicialmente, por seus deslocamentos com sua bicicleta, se expandiria para a formação de seu significativo legado iconográfico.

O alagoano Augusto Malta, fotógrafo oficial do Rio de Janeiro entre 1903 e 1936

Já em 1900, Augusto Malta, que viria a ser um importante cronista fotográfico do Rio de Janeiro da primeira metade do século XX, passeava e trabalhava, pedalando pelas ruas da cidade, tendo sido o secretário do Grupo de Velocemen, criado para organizar “passeios e outros divertimentos cyclistas”. Essa sua relação com a cidade e sua paisagem, construída, inicialmente, por seus deslocamentos com sua bicicleta, se expandiria para a formação de seu significativo legado iconográfico.

O quiosque Chopp Berrante no Passeio Público, Ferrez, Malta e Charles Dunlop

A Brasiliana Fotográfica destaca a imagem de um quiosque carioca do início do século XX, o Chopp Berrante, no Passeio Público, produzida por Augusto Malta. A história do bar foi contada em um pequeno texto de Charles Julius Dunlop, um entusiasta por fotografias e histórias do Rio Antigo. Nele é narrado o começo do relacionamento comercial de outro fotógrafo, Marc Ferrez, com o dono do quiosque, o português Arnaldo Gomes de Souza. Eles se tornaram sócios no Cinema Pathé, o terceiro da cidade, em 1907.

A importância da digitalização para a pesquisa de acervos fotográficos

Inicialmente a fotografia “Vagão ferroviário tombado” chamou atenção por seu tema pouco usual em registros do século XIX e do início do século XX no Brasil: um acidente ferroviário. Mas uma observação mais atenta tornou a imagem uma excelente evidência da importância da digitalização para a pesquisa de acervos fotográficos. Na fotografia, que integra a Coleção Pereira Passos, do Museu da República, uma das instituições parceiras da Brasiliana Foptográfica, seu autor e a data aproximada de sua produção foram identificados a partir da utilização da ferramenta de zoom, que deu à cena fotografada outra visibilidade, abrindo as possibilidades de situá-la historicamente. Seu autor é A. Bastos e foi produzida entre 1900 e 1915.