O editor e fotógrafo suíço Georges Leuzinger (1813 – 1892)

Georges Leuzinger (1813-1892) nasceu em Mollis, cidade do cantão de Glarus, na Suíça, e foi um dos mais importantes fotógrafos e difusores para o mundo da fotografia sobre o Brasil no século XIX, além de pioneiro das artes gráficas no país. Grande empreendedor, montou um sofisticado e diversificado complexo editorial, a Casa Leuzinger, que se tornaria um polo de publicações e de produções fotográficas, alçando o Brasil ao mesmo nível da produção europeia do setor.

O editor e fotógrafo suíço Georges Leuzinger (1813 – 1892)

O editor e fotógrafo suíço Georges Leuzinger (1813 – 1892)

Georges Leuzinger (1813-1892) nasceu em Mollis, cidade do cantão de Glarus, na Suíça, e foi um dos mais importantes fotógrafos e difusores para o mundo da fotografia sobre o Brasil no século XIX, além de pioneiro das artes gráficas no país. Grande empreendedor, montou um sofisticado e diversificado complexo editorial, a Casa Leuzinger, que se tornaria um polo de publicações e de produções fotográficas, alçando o Brasil ao mesmo nível da produção europeia.

A Floresta da Tijuca no Dia Mundial do Meio Ambiente

No Dia Mundial do Meio Ambiente, a Brasiliana Fotográfica destaca imagens da Floresta da Tijuca, no Rio de Janeiro, a maior floresta urbana replantada pelo homem, com uma extensão de 3.953 hectares. Sua beleza e exuberância não passaram despercebidas por diversos fotógrafos dos séculos XIX e XX. O portal disponibiliza registros produzidos por Augusto Malta (1864 – 1957), Georges Leuzinger (1813 – 1892), Marc Ferrez (1843 – 1923) e Revert Henrique Klumb (c. 1826 – c. 1886). O Dia Mundial do Meio Ambiente começou a ser comemorado em 1972 e a data foi escolhida porque a primeira Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente foi inaugurada em Estocolmo, na Suécia, em 5 de junho de 1972.

A estereoscopia e o olhar da modernidade

A Brasiliana Fotográfica publica o artigo “A estereoscopia e o olhar da modernidade”, da historiadora Maria Isabela Mendonça dos Santos. Ela conta um pouco da história da estereoscopia desde sua invenção e também de sua chegada ao Brasil e do uso da técnica, ainda no século XIX, por fotógrafos renomados como Revert Henry Klumb (c.1826 – c. 1886) e George Leuzinger (1813 – 1892), ambos europeus e radicados no país. No século XX, destacou o estereoscopista amador carioca Guilherme Antônio dos Santos (1871-1966). Fotógrafo e colecionador, Santos produziu mais de 20 mil vistas estereoscópicas entre os anos de 1906 e 1957. Utilizando-se exclusivamente do sistema Verascope, produziu imagens de diversas cidades brasileiras, especialmente do Rio de Janeiro.

O café sob a lente de vários fotógrafos

Com uma seleção de imagens a Brasiliana Fotográfica lembra o Dia Nacional do Café, data incorporada em 2005 ao Calendário Brasileiro de Eventos. O produto chegou ao Brasil no século XVIII e desde então é um importante gerador de riquezas, muito significativo na história da economia e da cultura do país. Por sua relevância, vários aspectos de seu cultivo, colheita e comercialização foram registrados por importantes fotógrafos, dentre eles Georges Leuzinger (1813 – 1892), Guilherme Gaensly (1843 – 1928) e Marc Ferrez (1843 – 1923). O café foi também tema de fotógrafos ainda desconhecidos, do Instituto de Expansão Comercial e da Centennial Photographic Co. O Brasil ainda é o maior exportador da bebida e o segundo maior país consumidor, atrás apenas dos Estados Unidos.

O bairro de São Cristóvão

Em 11 de dezembro de 2018, a professora de Sociologia do Colégio Pedro II, Janecleide de Aguiar, e um grupo de suas alunas fizeram uma visita ao Instituto Moreira Salles motivadas pelo interesse na Brasiliana Fotográfica, em especial na fotografia da Missa Campal de 17 de maio de 1888, na possível presença de representantes do colégio no evento e na descoberta da presença de Machado de Assis na imagem. Na ocasião, as alunas disseram que estavam envolvidas em um trabalho sobre o bairro de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, onde se localiza a primeira unidade do Colégio Pedro II, onde estudavam. Prometi então reunir e publicar um número significativo de imagens do bairro no portal. Promessa cumprida! Acompanham essa publicação registros produzidos por Antonio Luiz Ferreira, Augusto Malta, Camillo Vedani, Franz Keller, Georges Leuzinger, Joaquim Insley Pacheco, Jorge Kfuri, Marc Ferrez, Revert Henrique Klumb, Uriel Malta, de fotógrafos ainda não identificados e da Phototypia A. Ribeiro.

A Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro por Cássio Loredano

A Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro é uma das obras-primas da arquitetura portuguesa do período do Brasil colonial. Sabendo que a edificação é a preferida do caricaturista Cássio Loredano no Rio de Janeiro, inclusive tendo sido desenhada por ele para o livro “Rio, papel e lápis” (2015), a Brasiliana Fotográfica selecionou duas fotos do prédio, uma de Augusto Stahl (1828 – 1877) e outra de Georges Leuzinger (1813 – 1892), ambas produzidas em torno de 1865, e as mostrou para ele que, inspirado pelas imagens e por sua predileção, escreveu o texto que o portal publica no mês da festa de Nossa Senhora da Glória, que se comemora no dia 15 de agosto.

Os Arcos da Lapa e os bondes de Santa Teresa

Importante obra arquitetônica do período colonial do Brasil, os Arcos da Lapa, inaugurados em 1750 e situados no bairro da Lapa, um dos redutos da boemia carioca, são um dos símbolos mais importantes do Rio de Janeiro Antigo e também um dos mais famosos cartões postais da cidade. A partir de 1896, passaram a ser utilizados como viaduto para os também famosos bondes de ferro da Companhia de Carris Urbanos, meio de acesso do centro ao charmoso bairro de Santa Teresa, que se tornou um dos pólos artísticos da cidade e destino de milhares de turistas. Tanto os Arcos da Lapa como os bondes de Santa Teresa foram registrados por importantes fotógrafos, dentre eles Augusto Malta (1864 – 1957), Georges Leuzinger (1813 – 1892), Marc Ferrez (1843 – 1923) e também por anônimos. As imagens dos Arcos da Lapa foram popularizadas no livro Brasil Pitoresco (1861), primeiro livro de fotografia realizado na América Latina, com imagens produzidas pelo francês Jean Victor Frond (1821 – 1881), entre 1858 e 1860.

A festa do progresso: o Brasil na Exposição Continental, Buenos Aires, 1882

Uma das marcas do período compreendido entre meados do século XIX e o início do século XX é a realização de exposições internacionais. Embora mais modesta do que outras mostras internacionais, no que se referia às dimensões e ao número de países participantes, a realização da Exposição Continental de Buenos Aires inseria-se nessa tendência. A historiadora Maria do Carmo Rainho, do Arquivo Nacional, uma das instituições parceiras da Brasiliana Fotográfica, é a autora do artigo A festa do progresso: o Brasil na Exposição Continental, Buenos Aires, 1882, que o portal publica hoje para seus leitores.

A fundação de Niterói

A Brasiliana Fotográfica destaca 23 imagens para celebrar o aniversário de Niterói, cidade do estado do Rio de Janeiro, fundada em 22 de novembro de 1573. São registros produzidos pelos fotógrafos Antônio Caetano da Costa Ribeiro (18? – 19?), Augusto Stahl (1828 – 1877), Georges Leuzinger (1813 – 1892), Jorge Kfuri (1893 – 1965), Juan Gutierrez (c. 1860 – 1897), Marc Ferrez (1843 – 1923) e S.H. Holland (1883 – 1936). Niterói foi a capital do estado do Rio de Janeiro de 1834 até 1975, quando aconteceu a fusão dos estados do Rio e da Guanabara.